É impressionante como sempre temos tanto a dizer e por vezes não dizemos nada!
Sou um cara difícil admito, e hoje tenho a certeza de que minha facilidade em me expressar com as palavras é meu maior defeito e por consequência o mais dificil de se lidar.
O que mais tenho ouvido são criticas, sejam positivas ou não, sobre as impressões que deixo ou transpareço. E te dizer, na maior parte das vezes me sinto afrontado pois sei que não sou da forma como remetem as críticas.
Das duas uma, ou sou um pobre coitado incompreendido ou alguém que definitivamente não se conhece!
Tenho me preocupado com a impressão que tenho deixado... Mas será que tenho mesmo que me preocupar?
Há alguns dias atrás pra tentar compreender melhor esse monte de coisas pedi pra conversar com uma amiga, que de cara me falou que preciso mesmo é terapia.. ela novamente... vou acabar fazendo mesmo, porque esses "repentes" vão me deixar desiquilibrado...rsrs
Mas quer saber, volto a antigas postagens quando eu falava sobre o egoísmo. Me chamaram de egoísta recentemente, definitivamente sou.
Sou um egoísta pela minha felicidade e agora, quero lutar arduamente por isso. Eu to sempre me preocupando mais com os outros do que comigo, sempre preocupado em fazer com que os outros se sintam bem e eu ficando pra segundo plano. Daí nego ainda quer que eu sofra sozinho, brinca comigo e com as coisas que sinto.
É uma merda me sentir assim, tem horas que preferia ser só mais um grosseirão que liga o foda-se e é feliz do seu jeito... aí fico eu com desabafos de filho de vó...
Porque as distâncias entre as nossas histórias é relativamente igual ao tamanho dos nossos sentimentos.
terça-feira, fevereiro 21, 2012
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Atualização da Vida │ Amizade Brega
Não me canso de dizer que é sempre bom estar entre amigos, mas acredito que na verdade é bom demais estar entre pessoas amadas!
No sábado curti (palavra da moda rs) uma festa como há muito tempo não curtia, consegui me divertir de uma forma que há muito não fazia também.
É como eu estava conversando hoje, me senti como na época de criança. Já explico o porque.
Foi uma festa brega, onde três aniversariantes se uniram para comemorar essa data tão especial para eles, e por consequência para nós também. Tudo estava bom e bem, engraçado também é claro, risos.
Vários estereótipos e personagens, tinha até gente que eu aposto que se veste assim diariamente! Hahaha tava muito bom!
Porém o que mais me chamou a atenção foi o fato de praticamente todos na festa se conhecerem a muitos anos, serem criados juntos. Poucas pessoas, mas acredito que só as necessárias para cada um dos aniversariantes. Tenho também a certeza que só estavam ali aqueles que realmente se importam com eles, pois quando se ama, faz-se o esforço. (Claro salvo os motivos de força maior)
Pelo que percebi tínhamos só eu e os amigos que comigo estavam de fora do bairro e isso que achei o mais legal da festa. Todos nos fizeram sentir como se estivéssemos em casa, nem precisou que a “nossa” aniversariante nos enturmasse. E por isso me senti como na época de criança.
Até o final da minha adolescência era assim, estava sempre cercado dos amigos de infância. Acho super legal esse tipo de amizade que perdura, é bonito. Me imaginei fazendo aniversário.
No carro, não me lembro se na ida ou na volta, conversávamos sobre a ilusão que os filmes geram em nós e sobre a frustração dessas expectavas quando a vida nos ensina a realidade. Mas quero colocar um adendo na conversa, senão uma errata! (risos) Assim, sobre a amizade os filmes nos ensinam a realidade da vida, ela é integra, leal e não muda quando é verdadeira. E bonita de se ver e viver, chega a nos constranger.
É bom conhecermos pessoas por uma vida toda, ou ainda pessoas que queremos perto de nós pra vida toda também.
É uma cumplicidade tão gostosa de se viver, e pensar que zoei um amigo quando ele tatuou no braço: “Eu amo meus amigos”... Se bem que, não me arrependo não, o viadinho tatuou isso em francês! hehehe
Enfim, amizade.
quarta-feira, janeiro 25, 2012
Atualização da Vida │ As Marés e...
A vida é como o mar, como as ondas, como as marés que vão e vem. No entanto na maioria das vezes não ao nosso contento ou por razão do nosso simples e mortal entendimento.
É completamente comum à vida de todos, aliás, a Vida é assim.
Vivemos constantemente sob essa influência e tentamos domar isso o tempo todo. Falo das situações que o tempo todo vão e vem, das marés que vivemos.
De certo, que temos marés diferentes, mas acredito que essencialmente elas se repetem num ciclo incessantemente criativo.
Por vezes estamos na maré da saúde, da felicidade, do amor, do dinheiro, da fartura, da prosperidade, etc... e por vezes tudo isso nos é avesso. Sempre ouvi da boca de homens que um dia eu até julguei como sábios, que tudo depende de como enfrentamos essas marés, entenda “tudo”, como a pessoa que acabamos por nos tornar.
Vivemos nesse sem-fim de ciclos, sabendo que a única fase que não se passa é a da morte. Mórbido? Nham, sempre há esperança dentro daquilo que se crê.
Porém mesmo esse sendo um assunto batido e cotidiano, quis falar dele, ainda que de forma rápida.
Dai, você se pergunta: Falou, falou e não falou (como de costume) em que fase ele esta... (risos)... – Tô vivendo tantas fases ao mesmo tempo, tantas preocupações e anseios, tanta felicidade e conquistas, que hoje, não sei me definir. Apesar de saber o que quero. Atente, são duas coisas diferentes! =)
E, mudando de assunto, enquanto escrevo essas linhas, uma postagem curiosa no facebook tem vindo à minha memória constantemente. Uma amiga postou uma matéria, claro com tom bem humorado, explicando “cientificamente” o porque de mulheres inteligentes, ou com maior grau de instrução, tem maior índice de solteirisse. Agora vejam só! Hahaha
Claro que há todo um contexto antropológico, psicológico, histórico e tantos mais que sabemos que há....
Desculpem não desenvolver mais, mas acabei de receber uma notícia de mais uma onda na minha vida....
quarta-feira, janeiro 18, 2012
Poema Solto │ Encontro
Sonhei um sonho... Mas até agora não consigo perceber se foi acordado ou dormindo, se é pela realidade que anseio ou pelo anseio louco de querer essa realidade. Não sei.
Sonhei que éramos só nos dois, sós. Sem problemas, sem desencontros, sem preocupações vãs, sem neuras, sem "sem". Só eu e você.
Éramos o encontro, a paixão, a dedicação, os predicados, o amor. Nós.
Num abraço profundo no infinito... Uma luz no longinquo, cabeça recostada no meu peito, e uma respiração longa. É aquela sensação que só o alívio nos trás.
Alívio de finalmente poder te ver, poder te ter, de saber que não haverá o-sei-lá-o-que...
Sonhei que provávamos do amor verdadeiro através do beijo doce, do toque da carne, do bater e do pulsar de dois corações que se desejam. Nós.
Éramos só nós, num encontro, num abraço...
Luz e alegria, é isso que teu sorriso me revelam. Meu melhor sorriso.
Adoro sonhar, adoro acordar e saber que me lembro do teu rosto, do teu sorriso, do teu cheiro, lembrar de tudo que me faz lembrar você. E olha, em tudo você está.
Quero mais do que tudo, ser eu pra você.
Teu encontro... teu sorriso...
Ah, quero teu eterno encontro.
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Atualização da Vida │ Revolução
Hoje não quero falar sobre nada em especial, mas ao mesmo tempo de tudo em especial... Gosto dessas incongruências!
Muita coisa legal tem acontecido e algumas coisas “não legais” também. Mas, isso é normal na vida de qualquer pessoa.
Mas como estou aqui já com a mão na massa, escrevendo, vamos lá!
Tenho muitos assuntos para falar, mas escolhi um em especial para encher a paciência de vocês.
Outro dia ouvi assim: “Amigo, você se revolucionou”
Sabem, quem me conhece a menos de dois anos, não tem noção do Nelson que eu era e da pessoa que me tornei. Aqueles que me conhecem a um pouco mais de tempo, tem se impressionado com certas transformações...
Gostei de ouvir isso. A observação foi feita em decorrência da pessoa que me tornei depois da minha separação.
Não é que eu tenha me tornado uma pessoa melhor ou pior, não. Mas minha separação me libertou para me permitir ser quem realmente sou e experimentar um pouco daquilo que não sou e definitivamente não quero pra mim.
É difícil falar desse assunto sem imparcialidade, ser tendencioso é inevitável.
Porém, observem, essa pessoa despojada, brincalhona, de personalidade forte e simpática, era sufocada. Eu me anulava para adular, me omitia para obedecer, era completamente submisso aos desejos de quem agiu, de certa forma, com egoísmo e ciúmes. E não, entenda bem, não digo isso tentando denegrir ninguém, também tenho meus defeitos e imperfeições que não são poucas.
Mas quem me conhece a mais tempo não somente me entenderá como também foram as pessoas que me disseram: “Não case, ela é boa pessoa, mas não é pra você!”
E eu? Eu simplesmente não os ouvi.
O fato é que quando me “libertei” decidi viver algumas coisas que foram boas para meu crescimento e amadurecimento, mas não, essencialmente boas para mim.
Hoje me conheço muito melhor, consigo amar também com a cabeça e não me anular.
Porém fora isso, aprendi sobre meus limites, qualidades e defeitos. Vi que não passo de mais uma pessoa normal. Que vive e um dia irá morrer.
Sou alguém assim, simples.
É me revolucionei, e foi por completo.
O amor sempre me impulsionou, mas antes eu era movido ao amor a outrem, o “eu” nunca havia importado, não que eu não me amasse, mas o outro sempre era mais importante.
Hoje não deixo de me dedicar e doar, mas tenho uma melhor noção de quem sou, do que quero e pra onde pretendo ir com esse amor.
Tô com a cabeça confusa pra escrever hoje..
Enfim, espero que gostem de quem tem conhecido/ conhecem...
Muita coisa legal tem acontecido e algumas coisas “não legais” também. Mas, isso é normal na vida de qualquer pessoa.
Mas como estou aqui já com a mão na massa, escrevendo, vamos lá!
Tenho muitos assuntos para falar, mas escolhi um em especial para encher a paciência de vocês.
Outro dia ouvi assim: “Amigo, você se revolucionou”
Sabem, quem me conhece a menos de dois anos, não tem noção do Nelson que eu era e da pessoa que me tornei. Aqueles que me conhecem a um pouco mais de tempo, tem se impressionado com certas transformações...
Gostei de ouvir isso. A observação foi feita em decorrência da pessoa que me tornei depois da minha separação.
Não é que eu tenha me tornado uma pessoa melhor ou pior, não. Mas minha separação me libertou para me permitir ser quem realmente sou e experimentar um pouco daquilo que não sou e definitivamente não quero pra mim.
É difícil falar desse assunto sem imparcialidade, ser tendencioso é inevitável.
Porém, observem, essa pessoa despojada, brincalhona, de personalidade forte e simpática, era sufocada. Eu me anulava para adular, me omitia para obedecer, era completamente submisso aos desejos de quem agiu, de certa forma, com egoísmo e ciúmes. E não, entenda bem, não digo isso tentando denegrir ninguém, também tenho meus defeitos e imperfeições que não são poucas.
Mas quem me conhece a mais tempo não somente me entenderá como também foram as pessoas que me disseram: “Não case, ela é boa pessoa, mas não é pra você!”
E eu? Eu simplesmente não os ouvi.
O fato é que quando me “libertei” decidi viver algumas coisas que foram boas para meu crescimento e amadurecimento, mas não, essencialmente boas para mim.
Hoje me conheço muito melhor, consigo amar também com a cabeça e não me anular.
Porém fora isso, aprendi sobre meus limites, qualidades e defeitos. Vi que não passo de mais uma pessoa normal. Que vive e um dia irá morrer.
Sou alguém assim, simples.
É me revolucionei, e foi por completo.
O amor sempre me impulsionou, mas antes eu era movido ao amor a outrem, o “eu” nunca havia importado, não que eu não me amasse, mas o outro sempre era mais importante.
Hoje não deixo de me dedicar e doar, mas tenho uma melhor noção de quem sou, do que quero e pra onde pretendo ir com esse amor.
Tô com a cabeça confusa pra escrever hoje..
Enfim, espero que gostem de quem tem conhecido/ conhecem...
quarta-feira, janeiro 04, 2012
Poema Solto │Ode ao Encontro, ao Amor
Um descampado, o Sol, pouco vento, quase brisa...
Relva agitada, flores silvestres, um estreito e sinuoso caminho.
O toque quente da tardinha, um olhar doce, pássaros onde não há tristeza.
Muitos passos, talvez uma leve corrida, ansiedade, alegria no peito;
Braços abertos, sorriso largo, grito no peito,
Vontade de estar, querer, ser, aperto no peito...
Encontro, doçura, paixão...
Meu melhor sorriso, minha melhor saudade...
Meu encontro de águas, minha melhor turbulência, mistério indecifrável.
Sede minha, ou será?
Mãos, toque, carinho, ternura, pele...
Teu olhar me acalma, me redime de forma tal... Ah....
Seu sorriso me envolve, trás paz e ainda um pouco mais.
Força, perseverança e confiança,
Não me deixe, não te deixo, temos que ser um
Sinceridade e verdade são iguais ao amor,
É fórmula.
Me perco nesse abraço, me encontro nesses braços, te acho nesse sorriso.
Navego nos teus olhos, deslizo dentre seus cabelos, flutuo nesse toque.
Sua ideia me inspira, sua voz me cativa, teu beijo me domina.
Ao seu encontro sempre estou, só quero poder sempre te encontrar
Mesmo no monótono cinza da cidade, no barulho atormentador das pessoas
Quando meu olhar cruza o seu, é como voltar ao ínicio...
..Um descampado, o Sol, pouco vento, quase brisa...
Relva agitada, flores silvestres, um estreito e sinuoso caminho.
O toque quente da tardinha, um olhar doce, pássaros onde não há tristeza...
Poema Solto │ Sem Título
Eu já não sei, se o porque de tantas ideias quer realmente dizer algo, ou se o motivo de tanto andar um dia me fará chegar em algum lugar, lugar algum. Nenhum lugar.
Sei que não sou o que quero, nunca somos e queremos.... queremos ser sempre mais daquilo que nunca fomos, ou ainda do que se achava ser.
É fato de que se é, talvez nunca mais seja, será?
Sempre me perco, me acho, me desencontro e encontro...
Repare você, que sempre bagunço tudo pra depois arrumar.
É assim, inerente, tolo, tolice.
Nunca se poderá saber pra onde o vento sopra e se soprar com que força há de chegar. Assim como a chuva ele determina e não é determinado.
Coração, mente, corpo, alma, está tudo... é... bem aqui.
Sei de mim, de alguém, alguéns, dela. Enfim.
Não sei, mentira, nunca soube, mas sim, de verdade; sei.
Romantismo, paixão, amor, calor, desejo, toque, olhar, sentir, calar, falar, sorrir, arrepiar, encontrar, encostar, envolver, beijar, sufocar, arfar, cair e levantar.
Um parágrafo perdido, estrofe, versículo? Não, sentimentos, sensações.
Dentro de mim tudo se une, separa e reune.
E li: Eu era tão jovem! Tão tolo! Tão sensato!
segunda-feira, dezembro 26, 2011
O Homem e a Mulher │ Victor Hugo
O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.
Victor Hugo
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.
Victor Hugo
segunda-feira, dezembro 19, 2011
Atualização da Vida │ Sou Feliz
Nos últimos dias tive a certeza de que meus textos, por vezes, causam uma impressão errada nos meus leitores.
Talvez até mesmo meu coração tenha essa ideia errada sobre ele mesmo.
Muitas pessoas tem me cercado de preocupações e conselhos e houve um momento que me senti como se fosse um cara totalmente problemático e carente de amor, carinho e atenção...
Tsc, tsc.. de longe sou assim!
O fato de saber demonstrar minha sensibilidade e de conseguir expressar meus sentimentos de forma clara e objetiva, não significa que minha vida esteja centrada ou baseada nessas problemáticas.
Ontem, tive mais uma irrefutável prova de que sou um cara completamente feliz e nada carente. (tá talvez sim na vida amorosa...)
Tive a ímpar oportunidade de estar com preciosos, porém novos, amigos.
Estar com eles me faz tão bem... é difícil descrever como, até porque por vezes tenho medo de me sentir exagerando.
Meu filho me proporciona momentos exclusivamente únicos. Ter ele foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vida. Sempre que o vejo meu coração se enche de uma alegria tão intensa que é impossível descrever como me sinto a cada brincadeira, sorriso, papai... É impossível não pensar nele por mais de um segundo. Meu tudo.
Tenho tudo que preciso para ser feliz e sou. Passo problemas na vida como todo mundo passa, acredito que a diferença, é que gosto de falar sobre esses problemas e encara-los sempre de forma a pensar e refletir sobre eles, compartilhando-os.
Agradeço a todos que tem se preocupado comigo, comentando no facebook, pessoalmente ou por telefone. =)
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Atualização da Vida │ Inexorável Destino.
Há uma música que curto bastante que diz:
"No matter how i'll try, I can't stop the rain"
Traduzindo: Não importa o quanto eu tente, não posso parar a chuva.
E para completar hoje eu ainda li que Deus escreve certo por linhas tortas; absurdo.
Baseado nessas duas premissas é fácil afirmar que o destino é inexorável, como já dizia o mago Merlin no romance de Cornwell, B.
Sabem, essa frase foi meu mote por muito tempo e na verdade ainda é. O destino é imutável, imprevisível e soberano. Não importa o quanto você lute é impossível parar a chuva ou mudar seu curso. É de cima pra baixo e ponto.
Não quero entrar em questões religiosas que são sempre tão complexas de se dividir e por consequência de se debater. Quero me ater ao simples fato de que devemos viver a vida, cientes de que o que acontece é inevitável e deverá sempre ser aceitado.
Não digo que devemos nos resignar e deixar que o simples discorrer dos fatos sejam soberanos sobre nosso arbítrio... não.
Mas sim devemos entender que nada acontece à toa, tudo realmente tem um propósito maior, temos é que pedir à Deus discernimento e sabedoria para entender e lidar com esses fatos.
Mesmo acreditando na soberania do destino, em sua inexorabilidade, creio que nosso arbítrio é quem demanda as infinitas possibilidades já previstas pelo “Deustino”.
Sabem, tenho passado tempos que preciso colocar minha cabeça no lugar e ponderar sobre tudo com sabedoria e inteligência. Quero conquistar coisas grandes, já tenho quase trinta.
Não penso nessas coisas como uma obrigação, penso como direito adquirido.
Preciso ser forte para pessoas que esperam isso de mim, ser presente para pessoas que anseiam por isso, ser perfeito e falho na medida que a vida me permitir amar, mais e mais.
Sou controlador e o simples fato de pensar que não importa o que eu faça não serei capaz de parar a chuva, me desespera. Melhor dizendo, desesperava.
É, desesperava porque tenho aprendido muito com meu amor de pai, amor romântico e também com meu amor fraternal.
É chegado o momento oportuno de reorganizar a vida para poder viver essas promessas na plenitude das palavras: pai, homem e amigo.
De certo que quem me acompanha pelo blog, tem me visto falar mais como homem apaixonado e de coração obstinado, no entanto minha vida não gira só sobre isso.
Hoje a mulher que eu amo perguntou-me: “O que eu fiz/faço pra te despertar tanto amor?”
Quando li essa pergunta, sorri, mas com ternura nos olhos.
Hoje descobri que ela ainda não me ama. Mas inevitavelmente gosta bastante de mim. Como descobri isso, você pode me perguntar, é simples: Se também me amasse, saberia dentro de si a resposta, pois seria um espelho.
Minha resposta foi simples e direta, pois meu coração é assim.
Não é o que se faz diretamente, nós não olhamos pra alguém e determinamos, por isso ou por aquilo vou faze-la me amar. Não.
Eu a amo pelo simples fato de quem ela é.
Seu conjunto de qualidades e defeitos fazem o coração disparar... Seria hipócrita de dizer: é seu sorriso, seus olhos, sua doçura, simpatia, belas pernas, bom humor, carinho, boa mãe, extrovertida, despojada ou simplesmente pela cor de seus cabelos e seu inebriante sorriso...
É tudo, e ainda mais. Simplesmente me apaixonei por ela.
Mas a respondi assim:
“Talvez a vida, Deus, sei lá, tenham trazido alguém pra vc... alguém especial, alguém que não é melhor do que qualquer outro, mas que te faz o bem que você precisa, que te faz sentir única, ainda que você não consiga enxergar o que em você proporciona isso nele.
Sei que é forte, sei que ainda não temos nada definido, como " em um relacionamento sério", mas eu me sinto assim
Ser quem você é me faz te amar tanto. Tudo que tenho conhecido faz meus dias serem melhores, assim como você é assim pra mim, quero ser pra você.”
Amar alguém na expectativa de ser amado seria tentar parar a chuva? Será que estou forçando uma barra afogando-a com todo esse amor? Será que isso é ignorar a inexorabilidade do destino?
Na minha vã, porém sã consciência não.
Quem ama sempre esperará ser atendido na mesma medida e isso não é tentar parar a chuva, pois não há como forçar a barra para o amor. Se ela tiver que amar, amará. Esse carinho evoluirá.
Bem, já estou eu aqui novamente divagando sobre o amor... risos.
O que quis enfatizar nessa postagem é o simples fato de que o destino é sim inexorável, doa a quem doer.
No entanto assim como faço com o tempo, tentando remi-lo o “tempo todo”, assim é com meu destino, a todo momento tento muda-lo, direciona-lo.
E, se por ventura algo acontecer que aparentemente gere um problema, Deus me ensinou a dar foco nas soluções.
Bem, é isso, obrigado. =)
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Atualização da Vida │ Vítima da Reclamação
Por mais que eu seja um cara tranquilo, quando mais novo eu reconheço que era um reclamão de marca maior. Não podia encontrar uma situação difícil que disparava meus milhões de motivos, sempre pessimistas, para desistir ou simplesmente nao gostar/ fazer.
Além disso, adorava me fazer de vítima, torcia situações, um ator.
Mas mesmo com esses defeitos que na minha opnião eram meus maiores, eu era cercado de amigos, bons amigos.
A adolescencia passou e a faze pré-adulta chegou e depois a fase adulta, conceitos mudaram, atitudes foram revistas e com isso minha cosmovisão, até mesmo minha, mudou.
Me considero um cara super tranquilo de se lidar, mesmo tendo minhas neuras, acho que sei lidar bem com elas. Tenho um temperamento forte, uma lingua afiada e uma mente perspicaz e maquiavélica. Não, veja bem, não sou maligno, sou calculista.
Aí você se pergunta: Como? Ele sempre é tão profundamente passional nos seus textos.
Minha resposta é simples. Você não me leu, não me conhece.
Entenda, não sou frio e totalmente razão, mas gosto de saber dos meus passos.
Decidi escrever hoje sobre isso porque recentemente li um texto sobre os reclamões, e mesmo sabendo que o texto não era para mim, me senti como se fosse. A carapuça serviu? Não. Simplesmente fui remetido à um tempo onde era mais fácil reclamar ao agir.
Sei que tenho uma visão de mundo e de mim mesmo muito madura e consciente. Mas sabem, certas coisas acontecem e me fazem lembrar daquele Nelson, e às vezes ceder à imagem dele o trazendo à tona.
O otimismo me é inerente e não somente uma qualidade. Praticidade e bom senso são filosofia de vida.
Mas acho que o único lugar que eu ainda não consegui encontrar essa medida exata da maturidade é no amor.
Para algumas coisas são tão maduro e correto, centrado. Já para outras acabo agindo como o mau e velho Nelson.
Sou tão auto-crítico sobre isso que aqui está esse texto.
Sei dos meus motivos e ainda que eu possa reclamar, sobre qualquer coisa, não quero mais ficar fazendo isso. É massante, massacrante, chato.
Portanto amigos de caminhada e leitores-ausentes, se me pegarem reclamando insistentemente sobre qualquer coisa, briguem comigo! risos.
Hoje, ainda quero escrever mais!
Além disso, adorava me fazer de vítima, torcia situações, um ator.
Mas mesmo com esses defeitos que na minha opnião eram meus maiores, eu era cercado de amigos, bons amigos.
A adolescencia passou e a faze pré-adulta chegou e depois a fase adulta, conceitos mudaram, atitudes foram revistas e com isso minha cosmovisão, até mesmo minha, mudou.
Me considero um cara super tranquilo de se lidar, mesmo tendo minhas neuras, acho que sei lidar bem com elas. Tenho um temperamento forte, uma lingua afiada e uma mente perspicaz e maquiavélica. Não, veja bem, não sou maligno, sou calculista.
Aí você se pergunta: Como? Ele sempre é tão profundamente passional nos seus textos.
Minha resposta é simples. Você não me leu, não me conhece.
Entenda, não sou frio e totalmente razão, mas gosto de saber dos meus passos.
Decidi escrever hoje sobre isso porque recentemente li um texto sobre os reclamões, e mesmo sabendo que o texto não era para mim, me senti como se fosse. A carapuça serviu? Não. Simplesmente fui remetido à um tempo onde era mais fácil reclamar ao agir.
Sei que tenho uma visão de mundo e de mim mesmo muito madura e consciente. Mas sabem, certas coisas acontecem e me fazem lembrar daquele Nelson, e às vezes ceder à imagem dele o trazendo à tona.
O otimismo me é inerente e não somente uma qualidade. Praticidade e bom senso são filosofia de vida.
Mas acho que o único lugar que eu ainda não consegui encontrar essa medida exata da maturidade é no amor.
Para algumas coisas são tão maduro e correto, centrado. Já para outras acabo agindo como o mau e velho Nelson.
Sou tão auto-crítico sobre isso que aqui está esse texto.
Sei dos meus motivos e ainda que eu possa reclamar, sobre qualquer coisa, não quero mais ficar fazendo isso. É massante, massacrante, chato.
Portanto amigos de caminhada e leitores-ausentes, se me pegarem reclamando insistentemente sobre qualquer coisa, briguem comigo! risos.
Hoje, ainda quero escrever mais!
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Sem nome │Amor
A vida volta e meia nos surpeende com reviravoltas que nos lembram uma novela. Talvez seja por isso que o povo brasileiro se identifica tanto com isso.
Sempre que lido com um problema que envolve uma pessoa eu procuro usar a minha empatia ao máximo, não somente pensar como a pessoa, mas sim me sentir no lugar dela através da procura de uma experiencia que eu tenha vivido que se assemelhe à nova situação. Meio Mnemonico.
Eu escolhi o amor, amo ama-la. Eu sempre soube de todas as "condições", todos os riscos, e mesmo assim decidi amar.
Por vezes já me senti o homem mais sortudo do mundo e por vezes um tremendo idiota, por diversos motivos diferentes já viajei entre esses dois extremos. Porém no resumo desse amor ainda sou o homem mais sortudo.
Minha mente já voou em várias situações e ja pensei que se tivesse agido "assim ou assado" talvez tudo pudesse ter sido diferente.
Hoje tive a nítida impressão de que ela queria que eu desistisse, me entregasse... Sabe aquele papo de "vai ser melhor, não quero ver você sofrer..."? então...
Me senti confuso, perdido, machucado, tonto.
Penso: Se eu tivesse essa oportunidade de amar novamente eu lutaria por esse amor, encararia o mundo, amaria. Seria feliz.
Mas será que eu realmente faria isso? Assim que me separei me relacionei com uma pessoa ímpar que gostou de mim de verdade, mas tudo pra mim era tão complicado... assim como esta sendo pra ela agora.
Hoje sou capaz de enxergar que nós mesmos criamos nossas complicações, o amor é pratico, decidido, versátil, ágil em querer ser consumido.
No entanto isso não me da o direito de desrespeitar o espaço que cada um tem. Cada qual age da maneira que mais lhe apraz.
Eu a amo e tenho aprendido a ter um amor paciente, respeitoso e grande. Ela mesmo me definiu bem: devotado.
Tem uma música da Adele que tenho ouvido incessantemente (One And Only) e hoje minha prima conseguiu falar por mim: "Meu coração tem gritado isso."
Eu a quero, confesso que hoje pensei mesmo em desistir. Mas lembram-se do texto sobre ter um coração apaixoado e obstinado? risos.
As vezes sinto como se esse amor a afastasse de mim, por mais que ela fale que gosta do meu jeito e de certa forma me corresponda.
Não sei o que fazer...
Sempre que lido com um problema que envolve uma pessoa eu procuro usar a minha empatia ao máximo, não somente pensar como a pessoa, mas sim me sentir no lugar dela através da procura de uma experiencia que eu tenha vivido que se assemelhe à nova situação. Meio Mnemonico.
Eu escolhi o amor, amo ama-la. Eu sempre soube de todas as "condições", todos os riscos, e mesmo assim decidi amar.
Por vezes já me senti o homem mais sortudo do mundo e por vezes um tremendo idiota, por diversos motivos diferentes já viajei entre esses dois extremos. Porém no resumo desse amor ainda sou o homem mais sortudo.
Minha mente já voou em várias situações e ja pensei que se tivesse agido "assim ou assado" talvez tudo pudesse ter sido diferente.
Hoje tive a nítida impressão de que ela queria que eu desistisse, me entregasse... Sabe aquele papo de "vai ser melhor, não quero ver você sofrer..."? então...
Me senti confuso, perdido, machucado, tonto.
Penso: Se eu tivesse essa oportunidade de amar novamente eu lutaria por esse amor, encararia o mundo, amaria. Seria feliz.
Mas será que eu realmente faria isso? Assim que me separei me relacionei com uma pessoa ímpar que gostou de mim de verdade, mas tudo pra mim era tão complicado... assim como esta sendo pra ela agora.
Hoje sou capaz de enxergar que nós mesmos criamos nossas complicações, o amor é pratico, decidido, versátil, ágil em querer ser consumido.
No entanto isso não me da o direito de desrespeitar o espaço que cada um tem. Cada qual age da maneira que mais lhe apraz.
Eu a amo e tenho aprendido a ter um amor paciente, respeitoso e grande. Ela mesmo me definiu bem: devotado.
Tem uma música da Adele que tenho ouvido incessantemente (One And Only) e hoje minha prima conseguiu falar por mim: "Meu coração tem gritado isso."
Eu a quero, confesso que hoje pensei mesmo em desistir. Mas lembram-se do texto sobre ter um coração apaixoado e obstinado? risos.
As vezes sinto como se esse amor a afastasse de mim, por mais que ela fale que gosta do meu jeito e de certa forma me corresponda.
Não sei o que fazer...
sábado, dezembro 03, 2011
Atualização da Vida │O Poder de Amar e seu Valor
Não é dificuldade para ninguém que me conhece e acompanha minha vida pelo menos um pouco, ou a uma distância segura (risos), perceber que estou apaixonado.
Mas antes de falar melhor sobre isso gostaria de trazer à memória, a minha memória alguns sentimentos que tive, decisões e por motivos que só a vida nos faz entender.
Falo do amor entre homem e mulher.
A primeira vez que realmente amei uma mulher, tive um filho com ela. Foi um amor que nasceu puro, forte e que se consolidou de forma potente dentro de mim. No entanto foi morto paulatinamente. Morto.
Amei como achei que jamais conseguiria amar e vivi experiências que me fizeram tão feliz.
Mas esse amor foi morto de tal forma, tão bem matado, que hoje não consigo me lembrar dessas coisas com ternura.
Só não me arrependo dele, porque nasceu meu filho, minha maior e melhor felicidade.
Depois disso, resolvi não amar mais, não acreditar nesse amor puro, no romantísmo, na devoção, na entrega...
Havia decidido que não construiria mais nada que envolvesse qualquer sonho romantico.
Porém a vida sempre me ensinou que a palavra "nunca" não deve ser pronunciada com propriedade, altivez, soberba.
Atualmente fui surpreendido com um sonho, um sentimento que surgiu sem eu querer. Fui surpreendido com o amor.
Um amor que é mais maduro, menos adolescente, mais paciente, complicado de lidar, mas gostoso de sentir.
Na boa, eu nem queria ter me apaixonado, "só estava gostando dela"... Quando percebi que estava amando novamente, me senti perdido, com medo de viver toda a decepção novamente.
É bem verdade que ainda tenho meus medos, mas quando estou realmente amando sou assim, venço meus medos e não temo dar a cara a tapa... Alguns me admiram por ter essa coragem, outros me condenam por parecer tão "bobão", mas eu não ligo, eu apenas amo.
No entanto meu maior medo, o que tenho mais dificuldade em lidar é o da decepção, não a minha.
Ainda há outra coisa que temo que é o de assustar. Ser tão intenso, tão dedicado e sempre tão direto, ao invés de aproximar pode afastar.
Sabem, um dos motivos que me fazem escrever é o de que só me sinto realmente confortável para falar sobre mim e meus "dilemas" atráves da escrita. Meu melhor psicológo é uma folha de papel em branco. Expande.
Esses dias, tenso por um mito específico, postei algo no facebook que não paro de ler, e quero deixar registrado aqui no blog.
"O amor por muitas vezes nos causa, ansiedade, preocupação e vontade de querer resolver tudo por você mesmo para os dois.
O desejo do meu coração é ter acertado nesse amor, mas só o futuro me permitirá poder afirmar.
Tudo que sei hoje é que a amo pra valer e quero faze-la feliz, completa-la.
Mas antes de falar melhor sobre isso gostaria de trazer à memória, a minha memória alguns sentimentos que tive, decisões e por motivos que só a vida nos faz entender.
Falo do amor entre homem e mulher.
A primeira vez que realmente amei uma mulher, tive um filho com ela. Foi um amor que nasceu puro, forte e que se consolidou de forma potente dentro de mim. No entanto foi morto paulatinamente. Morto.
Amei como achei que jamais conseguiria amar e vivi experiências que me fizeram tão feliz.
Mas esse amor foi morto de tal forma, tão bem matado, que hoje não consigo me lembrar dessas coisas com ternura.
Só não me arrependo dele, porque nasceu meu filho, minha maior e melhor felicidade.
Depois disso, resolvi não amar mais, não acreditar nesse amor puro, no romantísmo, na devoção, na entrega...
Havia decidido que não construiria mais nada que envolvesse qualquer sonho romantico.
Porém a vida sempre me ensinou que a palavra "nunca" não deve ser pronunciada com propriedade, altivez, soberba.
Atualmente fui surpreendido com um sonho, um sentimento que surgiu sem eu querer. Fui surpreendido com o amor.
Um amor que é mais maduro, menos adolescente, mais paciente, complicado de lidar, mas gostoso de sentir.
Na boa, eu nem queria ter me apaixonado, "só estava gostando dela"... Quando percebi que estava amando novamente, me senti perdido, com medo de viver toda a decepção novamente.
É bem verdade que ainda tenho meus medos, mas quando estou realmente amando sou assim, venço meus medos e não temo dar a cara a tapa... Alguns me admiram por ter essa coragem, outros me condenam por parecer tão "bobão", mas eu não ligo, eu apenas amo.
No entanto meu maior medo, o que tenho mais dificuldade em lidar é o da decepção, não a minha.
Ainda há outra coisa que temo que é o de assustar. Ser tão intenso, tão dedicado e sempre tão direto, ao invés de aproximar pode afastar.
Sabem, um dos motivos que me fazem escrever é o de que só me sinto realmente confortável para falar sobre mim e meus "dilemas" atráves da escrita. Meu melhor psicológo é uma folha de papel em branco. Expande.
Esses dias, tenso por um mito específico, postei algo no facebook que não paro de ler, e quero deixar registrado aqui no blog.
"O amor por muitas vezes nos causa, ansiedade, preocupação e vontade de querer resolver tudo por você mesmo para os dois.
Mas, a paciência pode ser a resposta para praticamente todos os dilemas da vida e com o amor não é diferente.
Meu amor é forte, intenso e devotado. Não tem medo de se mostrar e avançar, ainda que seja pra dentro de si.
Quero meu amor concreto, palpápel, tangível...
Quero sorrir ao lembrar do sorriso, suspirar ao lembrar do beijo, enrijecer de lembrar do toque da sua pele na minha.
Quero te ver ao nascel do Sol, e contemplar contigo tal arrebol
Parafrasear sua voz, me perder do comprimento dos seus cabelos, sonhar com seu corpo.
E tudo isso de verdade, não mais em verso e prosa, papo vespertino ou matinal, quero você, meu amor.
Toda essa ansiedade e preocupação terão fim.
Obrigado por me fazer sentir. Obrigado por me permitir te amar"
O desejo do meu coração é ter acertado nesse amor, mas só o futuro me permitirá poder afirmar.Tudo que sei hoje é que a amo pra valer e quero faze-la feliz, completa-la.
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Colaboradores │Estréia │Divagações
Esses dias me lembrei de um certo dia, em que me perguntaram o por que de eu gostar de ler tanto. Essa é uma pergunta que sempre me intrigou porque, no meu mundo, todos possuem mil livros em casa e todos cultivam a leitura diária, mas não é assim. Quando deparada com uma pessoa que fazia uma pergunta a qual a resposta era simplesmente óbvia a ponto da questão me parecer idiota, eu me questionava e me intrigava. O tempo passou e eu entendi que nem todas as pessoas gostam disso. Mas a resposta que eu dei na época, foi simples. "Ah, sempre gostei". Não que eu tenha um intelecto culto, simplesmente admirável e incomum... apenas gosto de ler bastante. Hoje penso que eu poderia dar mil especificações do motivo. As palavras sempre tiveram grande influência a minha vida toda. Desde pequena, a fantasia me fascinava. Seja no primeito jogo que me encantou (Zelda - a link to the past e posteriormente Zelda - Ocarina of Time), desde meu primeiro livro, o qual eu realmente não me recordo. Daí eu passei a me inspirar e a escrever.
Minha primeira estória, era infantil, obviamente, e tratava-se de uma menina que trocava de lugar com uma estrela. Meu segundo feito, era baseado no mundo dos elfos e fadas. Uma mistura de inspirações que me ocorreram vindos do jogo Zelda, um livro esotérico da minha mãe, e minha própria imaginação. Também tive minha fase dark, inspirada em Anne Rice, a qual eu já devorava com meus 13 anos. Criei vampiros frios e impiedosos, e donzelas vítimas de seus encantos. Depois me veio a magia épica... A Idade Média romântica fantástica dominou minha cabeça, assim como as crônicas. Entrei em um mundo que parecia já ser meu a muito tempo. Criei cavaleiros, reis, damas, justas, sacerdotisas, algumas batalhas sangrentas, magia. Porém antes disso tudo, esqueci de citar, me veio as Fábulas de Esopo (talvez meu primeiro livro, não me recordo), que me embarcou em pequenas estórias e as lições que cada uma nos trazia.
Depois me veio o século XVIII. Toda a meticulosidade da sociedade europeia nessa época, também me encantou. Era o romance em sua forma mais pura, dramática, trágica e piegas, com Jane Austen, Charles Dickens e as irmãs Bronte. Um pouco de filosofia em forma de romance me trouxe Oscar Wilde, que me fez pular também para outros autores e O Médico e O Monstro me fascinou. Ao mesmo tempo, também me veio a aventura... conheci garimpeiros e seus fiéis cães com Jack London, e os aclamados romances policiais de Sir Doyle e Christie, e a atmosfera escura de Poe. A poesia também entrou em meu diversificado mundo com Byron, Shakespeare, Blake, Azevedo e alguns outros que eu considerava pequenos a comparar com estes. Também me dei com relatos. O Diário de Zlata e Anne Frank foram os que mais me cativaram, além do ácido Hunter S. Thompson. Não posso especificar mais nada daqui, ou isso aqui viraria um grande texto maçante e entediante, mas o fato é... porque gosto tanto?
Seria meu refúgio, minha pressa e urgência de desligar-me um tanto do mundo real? Seria minha inspiração, motivação? Ou trata-se apenas de simples coisas como... se apaixonar perdidamente pelo cheiro das páginas de livros, velhos ou novos. O fato é que eu sempre estava lá, com um livro nas mãos, e quando eu cansava de ler, debruçava minha cabeça na página em que eu estava, olhando aquelas letras como se fossem a única coisa do mundo, e sentindo aquele cheiro bom, que me provoca uma nostalgia e uma sensação deliciosa sem igual. Aí tudo em volta parecia colaborar com a atmosfera do livro em que eu estava lendo.
Quando lia romance de cavalaria, tudo parecia estranhamente rústico e passado. O vento soprava mais fresco e o Sol me presenteava com seu fraco calor. Imaginava-me em diversos lugares. Ou quando lia um suspense, por exemplo, tudo parecia mais sombrio e curioso, atiçando-me a continuar. Não posso negar a minha paixão por pequenos efeitos singelos que isso pode me causar... sentir aquela textura em meus dedos, o papel, as letras, as palavras, a frase, os parágrafos e como tudo aquilo me preenche. Aí uma brisa sopra e tudo não pode ser mais perfeito.
Mas lógico, acordo. O mundo está cheio de desgraças e eu apenas preciso de alguns livros, algumas idéias minhas e escrever, pra ser otimista o bastante e acreditar, que talvez isso tudo aqui um dia possa mudar.
por: Morgana Oliveira
Minha primeira estória, era infantil, obviamente, e tratava-se de uma menina que trocava de lugar com uma estrela. Meu segundo feito, era baseado no mundo dos elfos e fadas. Uma mistura de inspirações que me ocorreram vindos do jogo Zelda, um livro esotérico da minha mãe, e minha própria imaginação. Também tive minha fase dark, inspirada em Anne Rice, a qual eu já devorava com meus 13 anos. Criei vampiros frios e impiedosos, e donzelas vítimas de seus encantos. Depois me veio a magia épica... A Idade Média romântica fantástica dominou minha cabeça, assim como as crônicas. Entrei em um mundo que parecia já ser meu a muito tempo. Criei cavaleiros, reis, damas, justas, sacerdotisas, algumas batalhas sangrentas, magia. Porém antes disso tudo, esqueci de citar, me veio as Fábulas de Esopo (talvez meu primeiro livro, não me recordo), que me embarcou em pequenas estórias e as lições que cada uma nos trazia.
Depois me veio o século XVIII. Toda a meticulosidade da sociedade europeia nessa época, também me encantou. Era o romance em sua forma mais pura, dramática, trágica e piegas, com Jane Austen, Charles Dickens e as irmãs Bronte. Um pouco de filosofia em forma de romance me trouxe Oscar Wilde, que me fez pular também para outros autores e O Médico e O Monstro me fascinou. Ao mesmo tempo, também me veio a aventura... conheci garimpeiros e seus fiéis cães com Jack London, e os aclamados romances policiais de Sir Doyle e Christie, e a atmosfera escura de Poe. A poesia também entrou em meu diversificado mundo com Byron, Shakespeare, Blake, Azevedo e alguns outros que eu considerava pequenos a comparar com estes. Também me dei com relatos. O Diário de Zlata e Anne Frank foram os que mais me cativaram, além do ácido Hunter S. Thompson. Não posso especificar mais nada daqui, ou isso aqui viraria um grande texto maçante e entediante, mas o fato é... porque gosto tanto?
Seria meu refúgio, minha pressa e urgência de desligar-me um tanto do mundo real? Seria minha inspiração, motivação? Ou trata-se apenas de simples coisas como... se apaixonar perdidamente pelo cheiro das páginas de livros, velhos ou novos. O fato é que eu sempre estava lá, com um livro nas mãos, e quando eu cansava de ler, debruçava minha cabeça na página em que eu estava, olhando aquelas letras como se fossem a única coisa do mundo, e sentindo aquele cheiro bom, que me provoca uma nostalgia e uma sensação deliciosa sem igual. Aí tudo em volta parecia colaborar com a atmosfera do livro em que eu estava lendo.
Quando lia romance de cavalaria, tudo parecia estranhamente rústico e passado. O vento soprava mais fresco e o Sol me presenteava com seu fraco calor. Imaginava-me em diversos lugares. Ou quando lia um suspense, por exemplo, tudo parecia mais sombrio e curioso, atiçando-me a continuar. Não posso negar a minha paixão por pequenos efeitos singelos que isso pode me causar... sentir aquela textura em meus dedos, o papel, as letras, as palavras, a frase, os parágrafos e como tudo aquilo me preenche. Aí uma brisa sopra e tudo não pode ser mais perfeito.
Mas lógico, acordo. O mundo está cheio de desgraças e eu apenas preciso de alguns livros, algumas idéias minhas e escrever, pra ser otimista o bastante e acreditar, que talvez isso tudo aqui um dia possa mudar.
por: Morgana Oliveira
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